Todas as vezes que eu sou convidada para algum lugar, eu penso milhares de vezes se realmente eu preciso marcar presença. E, se eu decido ir, logo me preparo para enfrentar alguns encontros.
Confesso: algumas pessoas, eu gosto mesmo é de não encontrar. Elas me causam constrangimento. Primeiro, pelo não-gostar. Depois, porque não gosto de efusividade.
Não adianta chegar me abraçando e me chamando de 'querida' para fingir intimidade. Não sou íntima de quem já me causou algum tipo de dano interior.
Aliás, só para registrar, não me torno íntima de quem se aproxima com intimidade.
As pessoas crescem dentro de mim à medida que se portam com elegância, respeito e muito cuidado no falar, no agir, no portar-se.
Não recebo bem quem acha que deve invadir meu espaço mais íntimo [meu coração].
E não movo nenhum músculo do rosto para sorrir nem para beijar quem já entrou no rol dos 'desconsiderados'.
É simples assim.



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