terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

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Eu traduzo as minhas verdades.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

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... para você que começa seu dia comigo.

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Eu sinto o tempo passar. Cheio de entusiasmo para alguns. Pouco transformador para outros. Mas, de todas as maneiras, passando ao meu favor.
Aguardo nele, pelas mãos do Senhor, a transformação profunda da minha vida.

Domingo.

... é dia de dormir, ler, ir ao shopping, comer pizza e ser surpreendida.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Renda, luz e linha.

Ampliação da consciência.

Para melhorar, eu escrevo. Porque escrever amplia a minha consciência. Na verdade, escrever me dá uma noção de mim mesma. Ainda que retorcida.

O entrelugar.

No entrelugar cabe o contraditório. E é exatamente neste lugar onde eu me encontro. Cheia de indecisão, de dúvida, de falta, de desejos. Cheia de incostância, de disfarces, de pensamentos. Cheia de sentimentos, de culpa, de medo. Cheia de inércia, de consciência, de alteridade, de certeza. Na verdade, completamente confusa. Sem saber absolutamente nada de mim.

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Eu faço a seguinte pergunta: Até quando?. Mas, eu estou questionando para mim mesma. Porém, eu não sei a resposta.

Vestido de Noiva.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Um complemento.

Faz tempo que eu espero de Deus um acessório que pode tornar a minha vida mais feliz. E você pode se perguntar: mas, ela não é uma moça feliz?. Sou. Sou sim, pois faço parte de um grupo de pessoas privilegiadas que não podem reclamar da vida.
A vida sempre me deu oportunidades lindas ... de estudar, de viajar, de obter coisas materiais.
A vida também me deu uma coleção de amigos maravilhosos. Um pai e uma mãe bacana. E duas tias cheias de amor.
A vida me deu uma irmã que me dá muito orgulho e uma melhor amiga que é tão chegada quanto uma irmã.
O que me falta é apenas aquele complemento que dá ao verbo principal um sentido de completude. E nada mais.

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Lembro da minha infância. E não tenho saudade.
Lembro do tempo de escola. E não tenho saudade.
Lembro do tempo de faculdade. E também não tenho saudade.
Não tenho saudade das minhas bonecas. Nem das minhas bicicletas.
Não tenho saudade de amores do passado.
Nem das pessoas do presente.
Não tenho saudade dos lugares onde já vivi.
Nem mesmo das coisas que já fiz.
É que não lido bem com saudade.
Porque, na verdade, não lido bem com o passado.

A Brasília de Manu.

Brasília já foi, aos meus olhos, tão artificial quanto a de Clarice. Se eu dissesse que gostei de Brasília, quando pisei aqui pela primeira vez há alguns anos atrás, eu mentiria. Porque Brasília tinha traços de antipatia. Tão antipática quanto as pessoas com quem eu cruzei por um dia. Mas, a Brasília de hoje é tão bela e tão leve quanto a imagem que eu tenho das flores dentro de mim. Ela me devolve o sono e os sonhos. Assim, como me traz para o centro. O centro dos meus projetos mais lindos.

A Brasília de Clarice.

"Brasília é construída na linha do horizonte. – Brasília é artificial. Tão artificial como devia ter sido o mundo quando foi criado. Quando o mundo foi criado, foi preciso criar um homem especialmente para aquele mundo. Nós somos todos deformados pela adaptação à liberdade de Deus. Não sabemos como seríamos se tivéssemos sido criados em primeiro lugar, e depois o mundo deformado às nossas necessidades. Brasília ainda não tem o homem de Brasília. – Se eu dissesse que Brasília é bonita, veriam imediatamente que gostei da cidade. Mas de digo que Brasília é a imagem de minha insônia, vêem nisso uma acusação; mas a minha insônia não é bonita nem feia – minha insônia sou eu, é vivida, é o meu espanto."

A singeleza da noiva.


O lago.

De dentro dele, tudo fica mais bonito. Inclusive, a maneira de ver a vida.

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Hoje eu amanheci lebrinando. Por dentro e por fora. E você pode até me perguntar o que é lebrinar, mas eu não estou com disposição para maiores explicações.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Pedido de perdão.

Pedir perdão é mais que um gesto de humildade. É, sobretudo, um gesto de delicadeza que pode ter um toque de criatividade. Um bilhete, uma lágrima pintada de vermelho e um pedido de desculpas cheio de arrependimento.
Para o destinatário, um conforto.
Para a remetente, uma esperança.
Para os que convivem, o desejo de dias melhores.
Beijos no seu coração.
MaEdu.
PS1: Diga a ele que eu o amo muito.
PS2. O blog também tem função social. Se quiser pedir perdão, é só falar comigo.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

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Eu conclui o seguinte: crianças tem que viajar em voo especial. Só para elas. Não dá para sentar perto de criança que faz tudo ao mesmo tempo: fala muito, chora e faz necessidade.

Suco de frutas vermelhas.

... para você se refrescar enquanto eu vou dar uma voltinha bem ali.
Falo com vocês amanhã de onde eu estiver.

Sobre o amor e o tempo.

Quando o amor passa por inconsistências, não olhamos para o tempo como um companheiro agradável para as nossas vidas. É que os sentimentos amorosos exigem certa pressa.
Nós não compreendemos o valor do tempo porque também não compreendemos o tamanho da nossa dor.
Muitas vezes, até achamos que não vamos sobreviver. Porque o amor de tão grande chega a se confundir com a profundidade da dor. E pelas duas causas se perde a vontade de viver.
Mas, o tempo, sem se perceber que ele passa, vai controlando lentamente as dores. E permite que seja resgatado o amor. Não o amor que antes nos matava, mas o amor-próprio que, justamente, nos devolve a vontade de viver.
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Eu fico feliz quando eu vejo pessoas queridas resgatando o amor dentro delas. Isto só me mostra a delicadeza do tempo. E me comprova que ele passa ao nosso favor.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Um tanto acelerada.

Amanheci na velocidade do meu pensamento ...

Quando me sinto cansada.

Sinto-me um pouco cansada. Talvez, de repetir o trajeto de casa até o trabalho. Ou de ter que refazê-lo no final da tarde. Quem sabe de repetir alguns procedimentos do trabalho. Ou mesmo de olhar para a imagem desagradável de algumas pessoas que sentam à minha frente.
Quando me sinto assim, sinto necessidade de parar. E eu não preciso fazer nada de especial. Eu só preciso não ter compromisso com a obrigação.
O simples fato de estar deitada já me torna mais feliz. E de vital importância para o meu corpo. É que, na verdade, deitar, para mim, funciona, como uma espécie de vitamina. Daquelas que todo mundo precisa para se renovar.

Giovanna chega correndo.

... e eu a recebo com flores, apesar de ela ter me abandonado por longos e duradouros quinze dias. Isto não foi justo.

Entre amigas.

Hoje é dia de almoço na casa da Lu.