sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A Brasília de Manu.

Brasília já foi, aos meus olhos, tão artificial quanto a de Clarice. Se eu dissesse que gostei de Brasília, quando pisei aqui pela primeira vez há alguns anos atrás, eu mentiria. Porque Brasília tinha traços de antipatia. Tão antipática quanto as pessoas com quem eu cruzei por um dia. Mas, a Brasília de hoje é tão bela e tão leve quanto a imagem que eu tenho das flores dentro de mim. Ela me devolve o sono e os sonhos. Assim, como me traz para o centro. O centro dos meus projetos mais lindos.

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