Eu sei que conversar com Deus é algo muito subjetivo, mas viver me parece ser mais.
Eu gosto de ir à igreja num propósito que é só meu. É algo que me conforta. É também questão de necessidade. Do tipo espiritual. Mas, quando eu chego lá e me deparo com a dúvida, o não-dizer, eu me frustro. E me frustro justamente por desejar muito de Deus e por não aceitar que quem venha a falar em nome Dele seja duvidoso.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
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