(Clarice Lispector, 1920-1977. In: Visão do Esplendor; impressões leves. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1975, p. 52)E como nasci? Por um quase. Podia ser outra. Podia ser um homem. Felizmente nasci mulher. E vaidosa. Prefiro que saia um bom retrato meu no jornal do que os elogios.Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo.
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