Eu tinha que fazer dois exames hoje à tarde. Então, a Franci e eu chegamos ao consultório por volta das 15h. A nossa entrada no ambiente foi tranquila, só até eu avistar umas quinze pessoas sentadas à espera de fazer os mesmos exames que eu e, então, tropeçar na cadeira de frente para a secretária.
Fiquei tão nervosa que entreguei para ela o meu atestado e o meu pedido de exame de sangue no intuito de fazer um raio X do tórax e da face.
Nem sei o que ela me perguntou. Assim como não sei o que eu perguntei para ela. Foram cinco minutos de muita confusão na mente, de uma conversa desequilibrada e de uma saída tão rápida quanto a chegada.
Ainda tive coragem de tomar um copo d'água. Mas, sai de lá sem olhar para trás ...
Parece incrível, mas eu me desequilibro quando vejo um monte de gente. Deixo de sentir as pernas, o cérebro para e eu perco um pouco a minha identidade de moça segura e dona dos meus próprios desejos.
Para me recuperar, tive que comprar um Papai Noel pernudo, um livro, uma capa de oncinha para o meu iPad, um sapato verde (sonho de consumo antigo) e uma carteira laranja (segundo a Franci, o último grito de todos os tempos). E, depois, demos uma passadinha na Nobel, para bater um papinho de duas horas com a nossa amiga Neuza.
Aliás, descobri que a Neuza e os seus doces funcionam como um ponto de equilíbrio nos meus momentos de maior desalinho.
E, vibrem comigo, cheguei em casa totalmente recuperada.
Aliás, descobri que a Neuza e os seus doces funcionam como um ponto de equilíbrio nos meus momentos de maior desalinho.
E, vibrem comigo, cheguei em casa totalmente recuperada.

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