Eu tenho dificuldade de lidar com separações e mortes prematuras. Vivo em eterno conflito com alguns artistas que brincam de casamento como se tivessem casado em festas juninas. Na mesma linha, fico de luto ad eternum quando alguém (embora não seja do meu mundo) morre ainda jovem.
Não seria diferente o meu sentimento de luto por Amy. Eu gostava do jeito irresponsável com que ela encarava a vida. Gostava daquela ousadia despreocupada. E gostava, sobremaneira, da sua voz um tanto estonteante.
Na verdade, eu gostava de me surpreender com ela a cada show, a cada apresentação, a cada saída que ela dava de casa.
Pena que, de Amy, a gente podia esperar tudo. Inclusive, a morte prematura, há tanto já prevista.
E chegou o dia. Ela se foi ...

Nenhum comentário:
Postar um comentário