Há uns dias atrás, a Maria Clara, minha priminha fofa de 4 anos de idade, ao ser contrariada na escola, quis mudar para outro planeta, mais especificamete Marte (sim, ela é gênio).
Assim como ela, eu - ao ser contrariada na igreja - quero ir junto.
Não gosto de constranger a minha fé. E nem de ter que ir de encontro ao preceitos do meu coração.
Se eu acreditasse em dinâmicas de grupo, teria continuado dando aulas. Mas, o fato é que nunca fui adepta de tais práticas. Passei pela escola sem aceitar os grupos. E continuo sem fazer parte deles.
Ai, hoje, depois de ter vívido a vida inteira driblando as dinâmicas, vou para a igreja e me deparo com o pastor mandando fazer grupo de quatro pessoas para a realização de uma dinâmica.
Sei não, leitores, mas isto enfraquece a minha espiritualidade. E a vontade que eu tenho é de pegar o microfone e dizer que eu não vim ao mundo para brincar. E que orar, para mim, ainda é um ato de respeito e intimidade com Deus. O que, por sua vez, requer apenas dois interlocutores - eu e Deus.
Ai Manuzinha, como te entendo!
ResponderExcluirBeijos carinhosos,
Nena.
Manu, eu fico imaginando a situação... Não dá, né? Entendo vc! Que saudade de te ler. Bjos
ResponderExcluir