sexta-feira, 20 de maio de 2011

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Meus vasinhos de flores que formavam a palavra L O V E estão chorando a perda do O. A minha princesa Luise, num ato diário de verificação de tudo que tem dentro da minha Salinha de Bordar, quebrou-o. Eu confesso que meu cérebro parou de funcionar por alguns instantes, mas eu não podia deixá-la mais triste que eu. Então, nem fui lá verificar o estrago. Gritei de onde estava: - Deixa pra lá, Lulu. Não tem problema algum. A vida segue adiante. E eu compro outros depois.

... mas, por dentro, só Deus sabe como eu fiquei. Aliás, só Deus sabe como eu ainda estou.

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