A minha psicóloga me ensinou que nada que eu faça ou venha a fazer tem que ser em razão da felicidade de outrem.
Desta feita, tudo que eu faço HOJE é em função do meu bem-estar. É para que eu viva melhor, quero dizer, para que eu me sinta plenamente mais confortável com as minhas próprias coisas.
Nem adianta as pessoas chegarem para mim para me dar dicas de como ou quando, ou mesmo, o que devo fazer em relação aos meus pertences.
Eu tenho completo domínio do que eu não faço. E, principalmente, do que eu devo fazer. E, sobretudo, do que me incomoda por não ter feito.
E pronto.
E pronto.

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