segunda-feira, 25 de abril de 2011

{quase sem coração}

É com o coração, justamente com o coração, que eu tenho os diálogos mais suaves. Acalento-o na maior parte do dia na tentativa de convencê-lo a não desistir de [bater por] mim.
Por vezes, respiro pingado. Como quem sente falta de ar. Como quem precisa de muito ar. Como quem, na verdade, está engasgada.
Um engasgo do tipo que atrapalha qualquer gota d'água que queira descer.
Por vezes, sinto dores agudas. Finas. Que me tira toda a capacidade de pensar.
O coração lateja, bate forte, se acalma. 

Depois de um tempo, volta a [me] bater. Fazendo-me perceber que ele vive. Que ele vive em razão do meu desejo de viver.
O meu coração ... ah, quantas vezes ele me deixa sem ... quantas vezes ele me faz desistir de bater.

Um comentário:

  1. Oi moça linda.

    Senti saudades aqui e de você.

    Senti esse post um pouco triste, florzinha. Dizer que eu gosto de ti ajuda a te dar um sorriso?

    :)

    Beijo grande para ti. :*

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Pelo seu comentário, sorrio por dentro.